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Mês: janeiro 2019

Comportamento do cão Metodologia

Como se aproximar dos cães de forma correta

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Neste artigo vamos falar sobre o relacionamento entre pessoas e cães que não se conhecem. Você já andou na rua e encontrou aquele cachorro superfofinho, bonitinho, delícia para abraçar? Temos certeza que sim! E o que você fez? Foi lá e deu um baita de um abraço no cachorro, né? Mas já passou pela sua cabeça que esse cachorrinho, talvez, não quisesse ser abraçado ou tocado? Acha essa pergunta esquisita? Mas o fato é que tem cachorro que não gosta de ser abraçado. Ou vai me dizer que você também gosta de sair abraçando todo mundo na rua? Tudo bem, tem pessoas que gostam. Outras preferem abraçar apenas amigos ou amigo de amigos etc. Cada um tem um jeito de ser, certo? Mas quem não se assustaria com uma pessoa desconhecida que surgisse do nada e quisesse nos abraçar? A princípio acharemos esquisito também! E os cachorros também são assim! Imagine ele numa boa passeando na praça, fazendo xixi, cheirando cada local e aparece um ser humano e abraça-o, começa a tocá-lo e ele nem entende o que está acontecendo. Do ponto de vista do cão essa ação toda é esquisita.   Então como posso fazer a aproximação correta de um cachorro? Está tudo bem você adorar cachorros. Está tudo bem ver um cachorro fofinho e querer abraçar. Mas vamos dar algumas dicas para fazer uma abordagem menos estranha para ele. Aproximação Aproxime-se a até mais ou menos um metro, um metro e meio de distância em relação a ele. E deixe que o cachorro se aproxime de você. Não é você que vai entrar no perímetro do cachorro, mas o cachorro que vai se aproximar no tempo dele. E, se ele fizer isso, você tem um ponto a favor.   Não dê a mão para o cachorro cheirar A segunda dica é não dar a mão para o cachorro cheirar ou na boca dele só porque você ouviu dizerem que o cachorro cheira primeiro as pessoas. Sim, é um fato. Mas desde que ele se aproxime das pessoas, e não o contrário.   Cuidado com movimentos bruscos Quando se abaixar, faça isso de uma forma muito cordial e lenta, para que você não emita nenhum sinal esquisito para o cão. A alteração brusca de movimento é ruim para ele. Se o cachorro é um pouco mais medroso, ele irá se afastar e você, assim, pensará que o problema é com você. Mas não é! O problema é com o cachorro, como o mundo dele mesmo. Pense numa criança. Você sai apertando a bochecha, pegando no colo ou abraçando todas as crianças que você vê na rua ou num restaurante, por exemplo? Seria algo esquisito, não? A mãe, no mínimo, acharia você uma pessoa meio maluca, estranha. Com o cachorro é muito parecido. Faça este teste. Deixe o cachorro no canto dele e você fica no seu canto. Se a alma de você se tocarem, faça carinho. Aí, sim, você pode abraçar, beijar e fazer o que você quiser. Sempre com a anuência, com a concordância do tutor, uma atitude é muito mais legal! Você vai sentir que realmente é uma abordagem muito mais calma e positiva para você e para o cão. Gostou deste artigo? Inscreva-se em nossos canais para ter mais dicas e compartilhe com seus amigos se você acha que eles também vão gostar. Tem muito mais cachorros querendo essa informação. Até a próxima!
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Compare seu cão apenas com ele mesmo

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Todas as vezes que os cachorros apresentam algumas questões comportamentais, o caminho correto é a gente buscar um bom profissional comportamentalista, que você encontra em um day care, por exemplo. Entre os comportamentos citados podem estar: Puxar a guia; Pular na visita; Excesso de medo; Muita ansiedade. Esse profissional vai fazer uma série de treinamentos e utilizar protocolos de treinamento para tentar mudar esse perfil comportamental dos cães. E isso vai ser muito legal para o seu cãozinho! Mas qual é o grande abismo que alguns tutores caem? Quando a gente começa a comparar o nosso cachorro com o cachorro do vizinho. Não compare o seu cachorro com o do vizinho! Aquele cachorro do vizinho não necessariamente é o do vizinho propriamente dito. Pode ser, dentre outros: O nosso cachorro do passado; O estereótipo do cachorro feliz; O cachorro de um amigo; O cachorro de um parente. Ou seja, a gente compara o nosso cão, que está sob o treinamento comportamental, com outros cães que nunca apresentaram esses problemas comportamentais. E isso é um erro! Não compare o seu cão com outros cães. Sempre compare o seu cão com ele mesmo! Compare a evolução e a melhoria do seu cachorro com ele mesmo. Gostou dessas dicas? Compartilhe! Se quiser saber mais dicas e informações sobre cachorros e relacionamento de cachorro com pessoas e outras dicas, continue acompanhando nosso blog e nossos outros canais. Até a próxima!  
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Xixi e cocô no lugar certo: sua estratégia influencia o resultado

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Quem tem ou teve ou pensa em ter um cachorro já passou ou vai passar por este problema:  fazer o cachorro fazer xixi e cocô no lugar certo. É algo que não tem jeito. Eles precisam fazer as necessidades deles todos os dias. Mas as pessoas acham que ensinar alguma coisa nova para o cachorro é uma coisa simples. É simples desde que o cachorro entenda o que ele tem que fazer. Sobre o xixi e o cocô, qual a grande questão? Não é em um final de semana que você vai ensinar o cachorro a acertar o lugar de fazer xixi e cocô! Se compararmos, por exemplo, quando a mãe decide tirar a fralda da criança, leva um tempo para a adaptação e a mãe fica sempre em alerta ensinando como fazer e o local certo de fazer. Queremos o mesmo com os cachorros. O problema é querer ensiná-lo apenas em um final de semana, sendo que criança, que tem habilidade cognitiva muito maior, demora em torno de seis meses. Para ajudar a não criar expectativas erradas e exacerbadas, separamos algumas dicas. Aqui envolve a expectativa das pessoas que têm cachorro um pouco exacerbada e errada.   5 dicas para ajudar o cachorro a fazer xixi e cocô no local certo 1. Diminua a expectativa em relação ao acerto O cachorro vai conseguir uma hora ou outra! Acredite! Ele só precisa de tempo e paciência investidos nele para que tudo saia como é esperado pelo dono.   2. Tenha uma estratégia É preciso encarar esse desafio com estratégia para obter o sucesso. Primeiramente designar qual é o lugar correto para fazer xixi e cocô. E ficar de olho se o cão está seguindo. Invista ao menos um mês de seu tempo e do tempo de seu animalzinho. Se forem precisos mais dias ou mais meses, continue a investir até que ele acerte em definitivo.   3. Tenha paciência O cachorro vai errar no começo e isso é um fato.   O mesmo acontece com as crianças que, como dissemos, têm mais habilidade cognitiva. Por que não aconteceria com os cães? Então é preciso paciência e tempo para esse momento.   4. Tenha foco As pessoas envolvidas com a educação do cachorrinho devem estar comprometidas com o resultado. Não adianta, em uma família de quatro pessoas, por exemplo, uma delas apenas se preocupar com essa questão do cachorro fazer xixi e cocô no lugar correto e as outras deixando apenas acontecer o acerto naturalmente. Assim você acaba por perder a oportunidade de recompensar seu cão. O grande segredo do acerto é o cachorro saber o que ele tem que fazer de certo, e não o que ele fez de errado. E isso nos leva à próxima dica.   5. Jamais puna se o cachorro fizer cocô ou xixi no lugar errado Se uma pessoa da família recompensa o seu animalzinho por fazer xixi e cocô no lugar certo, mas os outros membros punem quando ele faz em lugar errado, esse treinamento não se torna eficaz. Quando punimos um cachorro por fazer algo que do nosso ponto de vista está errado, ele fica confuso e não entende por que foi punido. Portanto, não puna o cachorro quando ele errar. O erro foi de acordo com o que você julgou estar errado. E não no ponto de vista dele. É preciso dedicação ao resultado para que dê certo e você alcançar sucesso nessa missão. Gostou dessas dicas? Compartilhe! Se quiser saber mais dicas e informações sobre cachorros e relacionamento de cachorro com pessoas e outras dicas, continue acompanhando nosso blog e nossos outros canais. Até a próxima!  
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Seu cachorro está entediado? Saiba mais sobre enriquecimento ambiental

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Você tem percebido que seu cachorro está entediado? O enriquecimento ambiental torna o ambiente em que seu cão vive muito mais interessante. Não que ele não esteja legal neste momento, mas que tal torná-lo ainda mais atrativo, atendendo às necessidades naturais do seu melhor amigo? Saiba mais sobre enriquecimento ambiental. O que é enriquecimento ambiental? De forma simples, enriquecer o ambiente é inserir no local onde seu cão vive elementos simples, criativos e de fácil interação, fornecendo opções de escolha e possibilidades para expressarem comportamentos e habilidades adequadas à espécie. Esse ambiente não precisa ser selvagem nem impedir que o cão suba no sofá ou durma na cama. O que precisa, de fato, é ser menos óbvio, mais desafiador e ter um pouco de complexidade. Algumas possibilidades de enriquecimento ambiental são: Criar alguns obstáculos pela casa; Esconder a comida para que o cão a procure; Pendurar algumas cordas para estimular saltos e gastos de energia; Utilizar brinquedos que promovam o desenvolvimento motor e cognitivo. Pense no que um cão faz no seu habitat natural: corre, procura alimento, supera obstáculos naturais, fareja o ambiente, utiliza suas capacidades motoras, descansa em segurança. Que tal permitir que tudo isto aconteça, mesmo num ambiente urbano? Você pode fazer isso abordando os 5 tipos de enriquecimento ambiental: Físico Consiste na formação de novos ambientes, valendo-se de, entre outros: Obstáculos físicos; Estruturas que sejam desafiadoras aos animais; Áreas de fuga; Simulação de tocas e abrigos; Alturas diversas. Podem ser permanentes ou temporários, porém é necessário que ocorram alterações periódicas, mesmo que sutis, uma vez que o ambiente enriquecido torna-se pobre e fica óbvio com o tempo.   Social É a interação entre indivíduos da mesma espécie ou de espécies diferentes. Essa interação precisa ser segura, supervisionada e gerar estímulos positivos.   Sensorial É a introdução de elementos que estimulam os sentidos dos animais: tato, audição, visão e olfato.   Alimentar  Consiste em oferecer a dieta de forma a gerar estímulos comportamentais próprios da espécie, como o forrageio, a busca e a destruição utilizando os dentes e patas. Pode ser o fornecimento do alimento já conhecido ou de novos alimentos.   Cognitivo É estimular a capacidade mental do cão, valendo-se de jogos e brinquedos que promovem desafios e oferecem uma recompensa, na maioria das vezes, alimentar. E qual o resultado em se aplicar esse conceito? O cão ficará menos entediado, terá maior capacidade física e mental, ficará mais relaxado e menos destrutivo. Uma série de problemas comportamentais são reduzidos e os cães tornam-se mais equilibrados e motivados. Todos esses benefícios se convertem em mais saúde e bem-estar para os nossos cães. Vale a pena? Para melhorar a vida dos nossos melhores amigos, com certeza, sim. Gostou dessas dicas? Compartilhe! Se quiser saber mais dicas e informações sobre cachorros e relacionamento de cachorro com pessoas e outras dicas, continue acompanhando nosso blog e nossos outros canais. Até a próxima!